Pular para o conteúdo principal
Ele olhou ao seu redor, não se importava com as opiniões ali presentes. Continuou em um ritmo frenético. Dez minutos depois se levantou, com tanta dignidade que as caras pasmas tiverem de admirar sua atitude. O que é feio? O que é o errado? Um conjunto de padrões não lineares em que um grupo maior, em suma, a sociedade, seria capaz de dizer: sim ou não. Então aqui nos encontramos, pasmos pelas atitudes não formais. O que deixa de ser louco e quando começa nossas próprias loucuras? Em uma frase simples ou em um estilo de roupa? E vale contar as atitudes, e tudo o mais? E será mesmo tão importante que concordemos que não é nossa vida ali, que não é normal, mas não é feio tampouco? Pois o que é feio e errado é uma escolha singular de cada ser... e assim é a vida! Encarar a realidade, sua crueldade e ver que não temos diferença nenhuma se estamos limpos ou muito sujos, a sujeira pode estar por dentro e a beleza vêm do olhar. A felicidade de um, não é a mesma do outro, e isso é bonito. Andar descalço numa rua imunda não é menos nobre do que aquele que pisa em outros. E há tantas formas de dizer que eu não ligo a mínima para o que pensa sobre tudo isso. É tão normal, tão natural... Faz parte de mim ver, observar e perceber que eu não sou mais uma ou outra, sou mais uma vida simples, ferrada tentando andar sem parar e não perder meu ar. Liberdade aqui vou eu!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Se fora

Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?

Atrasado

Ele estava tomado por aquele olhar de rato molhado, na chuva, no escuro. Ele estava corrompido pelas mentiras, pelos brilhos de suas linhas refinadas. Ele era uma pessoa esquisita corrompida pelo olhar terceiro. De um canto, sua voz rouca sumia no ar. Ele, nervoso, ficava suspenso nesse ar. Escondia seu rosto. E foi assim que descobri sua fraqueza. Ele era a falha primeira. E de falhas se sustentava, para perfeição seguir seu cortejo, ele se mutilava. E quando as calças compridas caiam de sua estatura, ele as vestia. E o sentido ficava atordoado, era ele e seus dentes brancos, sua voz rouca, alto e minúsculo, mas alto, ele corria e vestia outras roupas, mas nada nada servia. Ele, usando o buné de terceiros, roubado pelo lado esquerdo pela mão de um agressor, deixado no chão de um acidente envolvendo uma arma. O caos das palavras, estava a me perder, e penso, hoje. Na minha cabeça, não há nada que me leve a voltar um único segundo.

O vencedor Mor

Eu te odeio, - sua dramática. Pois te amo, - seu falsiano. E te odeio, - mentiroso. Te amando, - vai ficando. Quando dá mudança, - eu viro caos. Eu pasmo, - nem me surpreendo. Reviro olhos, - adoro tuas expressões. E te soco a cara, - seu panaca! Na mente, - me dá um beijo. Tu mente, - é necessário. Que é até logo, - ou nunca mais. E nunca mais, - não saberemos amanhã. Vira uma esquina, - e o petróleo queima. E ao vencedor, - o melhor troféu. De rimas, - toca mais uma canção. No meio do teu olho, - vejo tudo ao contrário. Olho, - tu fecha os olhos ao cantar. E não tem mais, - acabou minha playlist. Linhas, - tu sorriu? E não tem mais, - comeu tudo. Perdas, - foram precisas. Só resta temores, - tu me arrepia. Um só, - mais um só. Temo, - será mesmo um só? Que o vencedor, - em uma briga de egos, são feridos nós dois. Dois ganhadores de coisa mais linda, chamado a... Mor.