A areia entrava por entre seus dedos fazendo sua pele sentir um mínimo carinho. A leveza de seus pés depois daquele instante estava óbvio. A saudade de 2012 era o único refúgio que a mantinha intocada. A cicatriz aberta. O sangue jorrado. Palavras que nunca voltaram a encontrar abrigo, em meus lábios, agora correm aos ventos… superado.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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