Ser outra, ser também qualquer. Não há simplicidade e mais felicidade do que a outra. Não há nada, por amizade ou passa-tempo, que a outra não saiba fazer melhor. Ela te fará rir, ela te lembrará da tua imensidão. Ela será a coisa mais linda da tua vida, pois a outra todos querem ter. Mesmo a outra quer ter uma outra: seja roupa ou seja corpo, seja cabelo ou seja cor de olhos, mas o que mais quer é outra... Queremos ter outras amizades, queremos conhecer outros lugares. Os outros não entendem quando a outra só quer diversão. Não entendem o riso solto ou a falta de atitude, afinal a outra sempre chega, cedo ou tarde, onde outros nunca chegarão. Outra bolha de sabão.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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