Quando os olhos estão secos, o gosto na boca amargo, o café não faz efeito, os suspiros não existem. Quando as vozes do interior clamam o que não existe mais. Alguns conseguem levantar as mãos sobre a face e se esconder entre elas. Eu me dou para o tapa. E não grito. Eu vivo a dor. Eu choro por dentro. Eu sou forte e não sou o que falo, nem pareço mais o mesmo sujeito.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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