Ele que toma atitudes feito gato bebendo leite, parece preguiça... Mas é só a calma do espírito. Para se apaziguar e equilibrar. E de todos os encantos, ele é o que mais canta aqui ao pé do ouvido... não são coisas bobas somente, são coisas sérias. Nos resolvemos assim. Braços dados, sentindo nossas grandiosidades por completo. E pelos teus olhos, a bondade da cor, a clareza das incertezas. Há harmonia nesses gestos silenciosos: uma parte vem da bondade que temos pelo mundo e outra porção vem acompanhado pelos sentidos que criamos um pelo outro, no coração. A harmonia que criamos nem sempre vem acompanhado pelas simetrias, um é um tanto mais baixo que o outro, aqui e ali conseguimos a mesma imponência, por caminhos diferentes um consegue um degrau e o outro consegue se curvar a novas experiências. A graça do conjunto é acompanhado pelas risadas de um nada e de um tudo. A sublimidade da tua presença é constante, mas não ofusca ninguém, apenas contagia. É ver um outro dentro de ti mesmo, capaz das coisas mais magnânimas possíveis e jamais antes percebidas. Ele é pura boniteza.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
Comentários
Postar um comentário