A garganta fica esquisita quando vomita. Fica roca, fica azeda. Assim ela dizia. Ela dizia, olha, anda, mas vê. E ela dizia também que era pra ficar. E ficávamos juntos. E ela dizia caroço que coisa boa e ela dizia que coisa que nada. Que coisa o quê? Caroço é bom, abacate é melhor.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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