E que agora em diante cantando apenas os bons momentos que construo em mim, seguindo passo a passo, cada um mais em equilíbrio: um, dois, três, respira. E volta a si. E assim segue. E o passado as vezes volta: agora com panela de brigadeiro e risadas. Chega de choro! E quando retorno em passos largos pra casa, só encaro o que de bom fica em mim e que venham os próximos momentos, que de quereres estarei repleta. Sempre mais, por favor!
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
Comentários
Postar um comentário