Não, não. Não! Nanananananananananananananananananananananananananana nana na n a a a a nanananananannnnananananan ananananana aaaan nnnna ananan annnann annna naaan annaa nna nnnnananan na anananannn ana annna nannnna nnnna nanaaan anan ana nananananan anannannn oooh oh ohohoh ooooh oh ho oh oh oh oh oh ohohhhhoooo oooooh oooh ooh oooh oooooh oooh ooh ooh ohoh ohhhh oooooohhhh ooh oooh ohhhhho hooooooooh ohohohhhoooh oooh
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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