Temos um problema, senhor. A ideia dita não foi falada em voz alta. Como se descobre algo? São como palavras ditas e repetidas por todos os dias: você nem sempre está no seu melhor, mas continue, afinal, o que vem depois? Um pessoa ou um olhar qualquer, a decepção, o desejo do que virá para além? São algumas coisas que surgem. Uma luz no fundo daquele breu que é a incerteza das ações. Algumas coisas. Coisas. Sentidos ou idos eles ainda retornam infinitamente como se não estivessem feitos para ter um fim de fato. Se prolongando em pequenas espirais. Por que se esqueceu de olhar no teu espelho e ver-te?
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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