Aguardando vou fazendo meu chá, olhando no olho do espelho vou encarando minha sina. Olhando a sina vejo os sinais que marcam minha pele. Na pele marcada de manchas e de interferências físicas. Os cortes fecham... mas nunca saram por completo. Que tipo de doença seria essa?
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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