Uma vez você me disse que eu não sabia aprender com meus erros. Então, eis que agora aprendi. Aprendi que quem quer se faz presente. Aprendi que quem quer, assume sua responsabilidade emocional quando se relaciona. Quem quer também sabe reconhecer seus erros e para de colocar a culpa no outro, assume suas próprias atitudes, pede perdão. Eu sempre tive atitude. Mas também sempre tive insegurança. Leva um tempo para aprender a reconhecer ela. Reconhecer que ela sabota muita coisa, mas eu sempre estou disposta a aprender... e eu reconheço que minha vida inteira será uma aprendizagem. Não preciso ninguém me julgando e apontando o dedo quando eu errar novamente. Eu sei que irei errar novamente. E tudo bem... sabe por que? Por que eu sou um ser humano. Eu não sou uma máquina que se programa para aprender um erro e nunca mais repeti-lo. Eu irei repetir meus erros sim, de formas mais diversas e com novas esperanças de acertar. Eu quero errar! E não quero mais ninguém me julgando por eles. Ninguém é perfeito e eu aceito minhas próprias imperfeições. O caso é, você aceita as suas?
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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