Um elogio. Um caos. Intensa. INTENSA. Isso é bom ou é mau? Ontem ou semana passada, não sei exatamente, pareceu ruim. Ontem ou hoje ou será que viria a ser amanhã, uma qualidade? Alma, uma alma atormentada com erros e exigências de tempos que foram... e adapta-se as devidas matemáticas de espaços e tempos, agora olha-se no espelho, reflexões de passados e presentes, e agora, na época natalina, eu não encontro onde a alma me deixou ser assim por completa, intensa. Foi com o livro que eu imaginava um dia poder ler letra por letra? Foi por ter sentido algo quando a natureza me sussurrava que beleza mais natural é o que importa? Quando foi que a beleza te destruiu? Quais belas paisagens eu deixei de sentir? E tudo absorvia-se pelos poros pequenos do meu corpo, assim, me lembro do meu rosto, cheio de pontos pretos, cravados com todas as partes ruins, sugados do meu corpo exterior e adentrando o interior. Ou seria o contrário?
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
Comentários
Postar um comentário