Sinto tua falta, tão desesperadamente, intensamente, como nunca antes. Sinto muito, meu bem, por ter te levado tão seriamente... eu sinto muito mesmo, pois eu sou assim, mas te conformo: eu era desde o começo uma simples criança. Um começo. Um lenço branco e amarelo no pescoço, feito um nó que agarra a garganta, esperançosa por te ver um dia, desamarrar os nós... e enfim, tu poder me ver inteira, sem nada me cobrindo, com meu corpo a mostra, como aquela pinta única que tu beijaria, como aquele ponto próximo ao meu pescoço te dissesse, me tenha... como nunca teve... e me deseje... como nunca antes fora capaz... e me desfaleça... até um ponto bastar.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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