Só pego meu sorriso abrindo. E então ouço o player. Músicas incongruentes que não entendo bem. Acredito que a batida era mais alegre, mas decidi não pensar. E deixo ela me tocar. Uma batida que reverbera os sentidos. E deixo minhas pálpebras caírem, fechando levemente e vagarosamente os olhos. Me elevo. Te deixo ir pelo pensamento. As luzes estão fortes demais e por isso vislumbro os claros e escuros que deixam o ambiente com o tom reconfortante...
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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