Há um belo doce feito com ele. Fui juntando aqui e ali as receitas feitas. E depois, como tempero adicional, frito na panela e na frigideira, dando um leve dourado natural. Foram anos de escravidão para o mais branco e refinado doce que ele proporciona. Não se deve desperdiçar essa doçura. Uma gata sai da piscina, pega sua caipirinha, rodeia a mesa, encosta seu antebraço no balcão e sorve o líquido gelado e cheio de álcool. Não há nada igual como um açúcar junto de um limão.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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