Uma abelha voava feliz pelos campos verdes, uma abelha voava pela cabeça dela ainda. E aí ela tentou a pegar, pulou e pulou e correu. Ela, pequena perto deste sentido de felicidade, pequena, sempre, pequena demais, estava voltando, e voltava... ainda calma, sem fôlego. Ainda dizia, quero ficar ao redor de sua cabeça, se acalme... eu nunca quis tanto te ver tão de perto... e foi quando... eu sai correndo pelos ares, rodopiei e gritei e gargalhei. Quebrei meus ossos, e minha cabeça explodiu, devo ter bebido demais, meu bem, e agora, que mal restou? Acho que só zumbidos.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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