Amigos, disse... ontem me ligou e, parei de fazer isso. Parei de ligar, de buscar e de te contar: eu pensei em ti. E não foi querendo que hoje te escrevi. Eu poderia viver sem imaginar, mas o que poderia ser, se eu sempre lembro? A mente surpreende, vontade consciente ou inconsciente, eu ainda espero teu colorido sorriso, ao brilhar pela manhã. E quando a mensagem chega, corro pra ver, achando tolamente que és tu. E por todos os sinais tento te encaixar bobamente no meu sonho mental, essa maionese de batata infinita. E tua voz rouca me amolece os sentidos. E eu sonho em acordar do lado dela, esperando ver ela amanhecer e falhar, da maneira mais simples possível, assim como uma remela no olho, que se acumulou de tantos sonhos bons.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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