Pequeno garoto, boca fechada não entra mosca. Fique na sua. Mantenha seu ritmo, confunda minha mente. Pequeno leão, agarre com unhas e dentes, garras e presas, meu despedaçado coração. Eu estava estragada, eu disse, e tu não acreditou. Pequeno grande moço, que bela juba, que belo sorriso, encantou meu coração. Mas pequeno, lindo e grande mente brilhante de pessoa... não esqueça de desejar bom voo ao meu novo passatempo: crio histórias surreais para alegrar corações reais. E superficiais. Que se permitem omitir e mentir e confundir em amores desprezíveis. Amores que são incompletos. Não intensos. Suaves. Será isso o princípio da minha ruína chamada inveja? Eu será que invejo, amor? Amor?
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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