Eu tenho tido uma vida difícil sem você, concordo. Meu sorriso não é o mesmo, nem sei se entendo todos os motivos que me faziam tão feliz. Mas ainda lembro das gargalhadas maravilhosas, de qualquer coisa que tu dizia. Ainda lembro de todos os momentos e não adianta dizer que ainda sou a mesma agora. Não sou mais. E hoje ainda há os motivos para se sonhar, que é o que me mantém em pé, sonhando em futuros de felicidade, amor e prazeres que eu irei ainda me perder. E ainda que você só tente ser único, eu te digo, eu te juro, ninguém é igual a você. E nem há alguém igual a mim. Todos, únicos, seguindo suas capacidades e potencialidades no momento presente. E eu amaria te dizer isso ao vivo e à cores, pois eu sempre irei te amar. E sempre, para todo o sempre, irei me amar primeiro. Até a próxima parada, onde irei ter a sensação de ter te visto antes... alguém que parecia conhecer uma vida inteira, doce estranho, que irá entrar em meu futuro.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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