Jerry, vou levantar. Arrumar as minhas coisas. Vou depois disso te ligar. Perguntar o que tu está fazendo. Depois de te perguntar, vou narrar o que eu tô fazendo. Não suficiente, irei enviar um áudio narrando novamente como é responder tuas perguntas do que eu estou fazendo. E te zoar por você estar fazendo perguntas sem sentido do que eu estou fazendo. E, depois, mandarei a narração com transcrição. Para ter certeza que eu te respondi e tu entendeu e me compreendeu. E caso tu tenha dúvidas do que falei, farei um dicionário rápido. Para o acaso de eu ter usado gírias difíceis. E, acho, depois vou tentar melhorar os textos que envio. E depois, só depois, talvez eu diga a verdade.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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