Besouro de pernas para o ar. Como um pequeno ser, implorando a ser recolocado em sua postura de ser vivo. Me disseram que ele não nasceu para matar. Que ele não queria ser aquele ser que um dia adentraria pela janela e, como uma lufada, criaria aquele caos entre os lençóis. Entre um rosto levemente rosado e austero de um recém nascido. Onde com grandes bolotas verdes, ou seriam cinzas? Ele sorri, sem se preocupar ao inofensivo ser humano. Um besouro verde ele seria. E quando uma guerra chegasse, ambos estariam marcados por aquele momento íntimo. Um levava a mão ao outro, sem nenhuma preocupação com seus corações.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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