Duas almas no palco: dedilham as cordas de um coral feito para um cowboy pouco provável. Seria apenas um pequeno espaço físico que nos redirecionava aquele momento? Como? O que faria ele, ali? E gritavam os roucos pela noite: hey, hippie, uai, own... É. Apenas chega então, a sensação... a mesma... da aventura que está por vir, num outubro de vista chuvosa. Uma promessa como leveza de asas a bater... num beijo de cílios.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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