A alma pesa, meu pesar sem flores, oculta-me tua alegria, pois é disso que me basto, e disso que um dia sorria radiante, hoje verdes olhos, me pesa o pranto. E de castanha basta para lembrar, quanto valoroso foi as breves falsas esperanças. Não tenho mais ninguém além do peso, que me carrego hoje, aqui e ali, por lados tortos, a descansar olhos, fascinados, por algo frívolo e sem significância. Seria paixão ou volúpia?
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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