Hoje um ser humano homem olhou no meu olho e perguntou o motivo de eu esquecer de passar o café no dia que me conheceu. E eu respondi apenas, tu não queria café, foram milhares de segundos antes disso que tu já sabia que eu ficaria, eternamente, marcada na tua imagem idealizada de mim mesma. E acredito que ele se ofendeu. Não entendo conversas profundas sobre vazios. E ele seguiu sua fala sobre não saberes da masculinidade tóxica.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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