Teu corpo tem ressonado no meu, e não, não mais um outro corpo sobre outro. Um sentido destoante do meu não toque. Um quero perto que nem chega a ser tátil. Não posse. E complexo era a frase da lembrança dos teus tons. Sóis e mis. Pele com pele. Uma luz de domingo cobria teu rosto feito casa conhecida. Não era casa. Não era lar. Seria estar? E visto o traje de aceitar, não me engano. Queria me enganar, me bagunçar, me deixar ir... seria um caminho mais fácil, mas no acaso não se manda, só se escolhe. E me peguei surpresa ao falar, escolhendo demais palavras que não voltam e que não serão desditas. E penso, penso para caramba, antes... E me tremo, pelo corpo inteiro, até dizer chega, mas não chega. Nunca chega, nunca bastará. Um desejo infinito de ir além e me aprofundar, até criar algo novo e bonito. Tipo isso aqui.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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