Eu jurei nunca mais. E nunca mais me permito mudar pela visão do outro. Não mudo mais não, dói ser outra. Ser o que se anseia para suprir buracos que nem o outro sabe o motivo. Eu busco entender a mim. E vejo com mais clareza a cada dia, uma luz própria mais e mais forte. E dói ser eu... não me diminuir aos sarcasmos da leveza alheia. Eu não permito mais brincarem com minhas dores. Não permito mais me dizerem que devo ser infeliz. Eu nasci para amar do meu jeito. Aceite ou deixe-me. Se não, vou-me eu... e vou mesmo, sorrir alegre, boba que sou. Boba que preciso ser para viver, se não, que morte terei?
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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