uhmmm que falta que tu me fazia, que gostosura te ver em branco assim, como vestido de noiva nunca usada, mas que também! Como poderia? Cheia de pecado! E que nó na cabeça faz essa distância que pretende fazer de ti, um mero ser visionário, em moléculas gaseificadas para borbulhar por aí. E vem outra voz na mente, reclamando e ecoando, que química boa não se fala em poesia. Coitado, diria, tu só com teses de cento e uma páginas faria-te sorrir. Exigente? Não, só doenças capilares.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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