Três horas de espera, uma vida de caixas e duas toneladas de feijão preto. Que aconteceu ele pergunta, silêncio, duvidando de sua resposta como se fosse fácil lembrar desses momentos tristes. Ela olha para ele, cabisbaixa, como que querendo se enfiar no meio da moita e nunca mais sair. Mas ela tentou, com todo seu esforço de miliante, a encará-lo e dizer, vai te ferrar! Eu não admiro pessoas inescrupulosas que se deixam levar por hábitos finos.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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