Eu achava que poderia lidar com a rejeição. Que poderia lidar com o desapego. O fato é que ainda penso em ti, todos os dias… como vicio. Como aquele dia de comer brigadeiro na panela quando na TPM. Aquele momento de solitude lendo um livro no parque. Aquele momento de querer aproveitar a feirinha de fim de semana, comendo pastel e caldo de cana. Aproveitar o que perdemos em nós mesmos. A afinifade. A paz que carregávamos. E até mesmo minha paz interna de completude com minha arte. Parece faltar algo ainda. Parece ser o momento correto... de deixar ir o que nunca foi. Amor.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
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