Ele o tocou com a mão hesitante. O puxou para si e levemente o empurrou para o lado. Logo em seguida se pôs abaixo, enquanto caía sobre si todo aquele alívio esperado. Lentamente passava as mãos sobre seu corpo, esperando que todo o toque se transformasse numa espuma suave. Claramente a visão ficava embaçada, então se colocava mais abaixo ainda e fechando os olhos, tocava a cabeça para trás deixando o pescoço totalmente vulnerável ao que vinha. Abria a boca, deixando aquilo correr livremente por si mesmo e agora ele estava limpo. Fechou o chuveiro. Secou seus dedos e cabelos. Andou nu pela casa e apagou a luz do quarto, enquanto cantarolava ao deitar, cobertores o tapavam. Dormiu em paz, o homem.
Me sinto mal, por todos os momentos dos quais te evito, aqui e acolá. Eu não te leio mais. Eu nem mesmo sei quando deveria estar fazendo algo… menos do meu trabalho. Tem sido demais. Muitos amigos foram jantar fora. Eu permaneci. Calada, fronte a tua porta, querendo te ver. Querendo te ter. E tu comeu mundos. Mandou. Mudou. E fui. E nem mais sei o que resta desse espaço virtualístico. Uma esperança?
Muito bom :D
ResponderExcluirObrigada Marcela! Fique à vontade pra ler os demais.
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